quinta-feira, 21 de outubro de 2021 09:11

Escola Agamenon Magalhães vivencia Centenário de Paulo Freire

Unidade de ensino promoveu a culminância das comemorações com palestra



Carina Cardoso - 16/09/2021 18:44h



Em comemoração ao centenário de aniversário de Paulo Freire, a Escola Agamenon Magalhães, de Tracunhaém, Zona da Mata pernambucana, promoveu, na terça-feira (14), palestras sobre a vida e as obras do patrono da educação brasileira para todos os estudantes. A ação faz parte do calendário de comemoração da Secretaria de Educação e Esportes (SEE), que orientou todas as escolas da Rede a realizarem atividades pedagógicas sobre o educador. 

 

Durante todo o dia, a professora Katiane Silva abordou, de forma lúdica, a biografia e os pensamentos do educador para os estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, que interagiram fazendo perguntas e interpretações. A atividade, que foi coordenada pela equipe gestora, equipe pedagógica e professores, encerrou a programação de celebração do centenário de Freire na unidade de ensino.

 

“Eu compreendo que a gente deve trazer mais Paulo Freire para o chão da escola, pois ele é um pensador conterrâneo e de ideias muito coerentes com a nossa realidade. A forma de aceitação dos estudantes foi muito boa. Antes da palestra nós fizemos trabalhos em sala de aula abordando a temática, um concurso de imagens, concurso de cartão postal, entre outras atividades”, frisou Sandra Alves, apoio pedagógico da escola. 

 

A estudante Williane Layla lopes, do 9º ano, assistiu a palestra e se encantou com os ensinamentos de Freire. “Eu gostei muito da palestra porque me trouxe a lembrança desse pedagogo que é tão importante e que falava sobre educação e injustiças que acontecem no mundo. Ele tem uma frase que diz que a educação não transforma o mundo; a educação transforma as pessoas, e as pessoas transformam o mundo. É uma frase de muita inspiração para mim, porque é o que realmente acontece. Essas pessoas viram médicos, policiais, pessoas que vão combater as injustiças no mundo”, contou. 

 

Questionado sobre o que aprendeu com as atividades sobre Paulo Freire, o estudante Deyvison Ruan, do 6º ano, foi incisivo e criativo: “Aprendi que não há saber maior nem saber menor; há saberes diferentes”, finalizou, citando um dos pensamentos do educador.

 


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