domingo, 26 de janeiro de 2020 14:13

Festival Curtcine das Bibliotecas Escolares movimenta escolas da GRE Metro Sul

Mais de 120 estudantes participaram da ação, que aconteceu nesta terça-feira (12)



Assessoria de Comunicação - 12/11/2019 13:07h


Créditos: kleyvson Santos

A Gerência Regional de Educação (GRE) Metropolitana Sul realizou, nesta terça-feira (12), a terceira edição do Festival Curtcine das Bibliotecas Escolares. A programação da ação, que mobilizou mais de 120 estudantes de 78 escolas da regional, contou com a exibição de curtas e documentários inspirados em obras brasileiras e clássicos da literatura.

Para a produção dos filmes os estudantes utilizaram uma ferramenta bastante acessível, o celular. Entre as inspirações para as produções estavam: O Auto da Compadecida;  Guerra de Canudos; Saneamento Básico; Recife Frio; Que horas ela volta?; Vidas Secas; e Memórias póstumas de Brás Cubas. O documentário “A vida seca seca a alma”, dos estudantes da Escola Técnica Estadual (ETE) Governador Eduardo Campos, de Camaragibe, abordou seca e a fome no nordeste. “Estabelecer essa correlação entre o livro e a nossa realidade é bem interessante. Em nosso documentário procuramos mostrar uma realidade que é muito presente no nordeste, a seca, a fome e o analfabetismo, e mostrar que um livro de Graciliano Ramos escrito há muitos anos, pode ser bastante atual”, disse Maysa Gabriella Bezerra, estudante da unidade. 

 

Os filmes e obras foram apresentados aos estudantes através do projeto Cinema, Literatura, Livro, Leitura e Biblioteca, realizado nas bibliotecas escolares. Para Kayky Wallacy, estudante da Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) José Mário, localizada em Porto de Galinhas, o festival abre muito os horizontes para novos conhecimentos. “Foi uma experiência muito boa criar esse filme, uma comédia que traz a realidade do povo ipojucano e ao mesmo faz um pensamento crítico sobre o tema”, falou o jovem. “Uma ipojucana arretada”, filme apresentado por Kayky e seus colegas, foi inspirado na produção brasileira “Que horas ela volta?, de Anna Muylaert

 

Coordenadores de bibliotecas, além de professores e técnicos da GRE, acompanharam a exibição dos filmes. A programação contou ainda com palestra  ministrada pela coordenadora de audiovisual da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Luciana Poncioni. “É super importante aliar a cultura com a educação. Trazer o cinema para a escola como espaço de reflexão, informação e debate é uma forma que achamos para que eles treinem seu olhares e comecem a analisar o cinema brasileiro de forma diferente”, pontuou Luciana. 

 


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