quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023 05:10

Estudantes da EREM Nossa Senhora Auxiliadora criam síndromes genéticas fictícias e biologicamente viáveis

Trabalho foi elaborado a partir de pesquisas feitas durante as aulas e desenvolvido em fotos, vídeos e podcasts



Assessoria de Comunicação - 29/04/2021 16:50h


Créditos: Divulgação

O professor de biologia Diego Rafael, da Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Nossa Senhora Auxiliadora, em João Alfredo, no Agreste de Pernambuco, encontrou uma maneira diferente de ensinar a disciplina. Durante as aulas, foi proposto aos estudantes do 3º ano do Ensino Médio a criação de síndromes genéticas fictícias e biologicamente viáveis a partir de pesquisas bibliográficas sobre mutações cromossômicas humanas. O trabalho teve o objetivo de aprofundar os conhecimentos sobre mutações cromossômicas humanas e promover o ensino de biologia por investigação, o protagonismo do estudante, além de desenvolver as competências gerais da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

A síndrome genética pode ser utilizada como sinônimo de mutações cromossômicas, ou seja, são aquelas cuja origem é encontrada em mutações do material genético (DNA), que fazem que algumas células parem de desempenhar suas funções corretamente. E elas são fictícias pelo fato dos alunos terem criado tais síndromes durante o modelo híbrido de ensino.

Como orientação, o professor Diego propôs aos estudantes descreverem características da síndrome, como alterações na constituição genética do indivíduo (genotípica) e a expressão observável (fenotípica) como um caráter morfológico, fisiológico, bioquímico ou mesmo molecular. Além disso, os estudantes deviam propor quantitativamente a distribuição dessa síndrome no mundo (epidemiologia), os achados clínicos observáveis, bem como descrever os exames necessários para diagnosticar e operacionalizar a criação de um laudo clínico. 

O resultado de todo esse trabalho pôde ser observado em fotos, vídeos e podcasts, além da elaboração de um glossário contendo 20 termos técnicos durante esta intervenção. Isso possibilitou o entendimento de vocábulos técnicos científicos das ciências biológicas e médicas. "A realização de pesquisas bibliográficas, a criação do glossário e a elaboração das síndromes genéticas, possibilitaram o desenvolvimento conceitual, procedimental e atitudinal por parte dos estudantes. A aprendizagem baseada em problemas colocam os alunos como agentes do processo, fomentando o protagonismo deles, além de promover a alfabetização científica e ressignificar o ensino da biologia por meio da investigação", salientou Diego.

 

SÍNDROMES CRIADAS

 

- GRUPO I: Síndrome de Trauf ou Trissomia do Cromossomo 18 com translocação

- LINK: https://youtu.be/Gacw7qg22II

- GRUPO II: Síndrome de Tilicossomia

- LINK: https://youtu.be/xjman64KMmU

- GRUPO III: Síndrome de Shazam ou da Deformidade Músculo Artro Esquelética

- LINK: https://youtu.be/z7QW2T_G_lM

- GRUPO IV: Síndrome de Murphy

- LINK: https://youtu.be/5TBtBqBy_pE

 


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