terça-feira, 12 de novembro de 2019 21:25

Cavalo Marinho Estrela de Ouro apresenta aula-espetáculo na Escola Estadual Caio Pereira

Encontro teve uma abordagem histórica e sociocultural do grupo, onde foram explanadas a teatralidade, a música e a dança deste folguedo popular pernambucano



Assessoria de Comunicação - 08/11/2019 14:43h


Créditos: Pedro Menezes

Nesta sexta-feira (8), a Escola Estadual Caio Pereira, localizada no Alto José Bonifácio, no Recife, recebeu o projeto “No Passo e no Compasso” do Cavalo Marinho Estrela de Ouro. O encontro fez parte de uma série de apresentações realizadas pelo grupo durante esta semana em várias escolas da Rede Estadual do Agreste, Sertão e da Região Metropolitana Recife.

A aula-espetáculo teve uma abordagem histórica e sociocultural do Cavalo Marinho Estrela de Ouro, Patrimônio Vivo de Pernambuco, onde foram explanadas a teatralidade, a música e a dança desse folguedo popular pernambucano. “A brincadeira do Cavalo Marinho é um tripé: dança, música e teatro. E a ideia é levar essa brincadeira, que é de origem da Mata Norte, para as escolas do estado de Pernambuco. Circular pelas quatro Regiões do estado e chegar aos locais para apresentar essa cultura local é muito importante, pois os estudantes e os professores precisam ‘comer’ a cultura popular”, explicou o professor e coordenador do projeto, Clébio Marques.

Durante a apresentação, o público conheceu os elementos mais tradicionais, como a história, as figuras (personagens), a interpretação, a musicalidade, as danças, as fantasias e adereços, além do Mestre Biu Alexandre contextualizar sua própria história e a do brinquedo, acrescentando as origens e influências ocorridas ao longo dos tempos. Ao final dessa abordagem, houve a apresentação do Cavalo Marinho Estrela de Ouro junto com o grupo Caboclinho Tribo Carijós do Recife, estudantes e professores

De acordo com o estudante Philipe Gabriel, esse evento aumentou sua curiosidade de estudar mais sobre outras culturas. “Achei esse evento interessante pelo fato de apresentar algo que a gente não vê sempre. Ouvir e ver outros ritmos e danças é sempre importante porque enriquece nossa cultura”, relatou.

“Foi um verdadeiro festival de riquezas”, declarou a gestora da escola, Verônica de Morais. “Como a maioria dos estudantes moram aqui, eles têm poucas oportunidades de ver um espetáculo desse fora daqui e isso foi de fundamental importância para o crescimento cultural deles”, finalizou.

 


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