domingo, 22 de outubro de 2017 23:37

Experiências internacionais marcam o segundo dia de Seminário

Representantes do Chile e Estados Unidos relataram as experiências exitosas na área de Avaliação.



Assessoria de Imprensa - 11/10/2017 19:18h


Créditos: Alyne Pinheiro

Nesta quarta-feira (11) aconteceu o segundo e último dia do Seminário Internacional de Avaliação da Educação Básica, realizado no salão Cícero Dias, no Mar Hotel Convection, Recife (PE). Além das apresentações dos painéis temáticos, os convidados tiveram a oportunidade de conhecer experiências internacionais sobre Avaliação com representantes do Chile e dos Estados Unidos, além de instituições internacionais de educação. Pela manhã, o encontro teve início com a palestra da gerente da assessoria técnica do Instituto Ayrton Senna, Juliana Cadian, que falou sobre tema: “Custos e Financiamentos das Avaliações”.

O primeiro painel do dia tratou sobre a temática "Comparabilidade entre Avaliações", ministrado por Samuel Franco, diretor executivo da OPE Sociais e Consultor do Instituto Unibanco. O painel também contou com contribuições do consultor na Fundação Cesgranrio, Ruben Klein; pelo professor da Universidade Federal de Juiz de Fora, Manuel Palácios; e pelo presidente da Associação Brasileira de Avaliação Educacional, Joaquim José Soares Neto. Na ocasião, Joaquim defendeu um sistema de avaliação com itens na mesma métrica, a fim de possibilitar inúmeros cruzamentos de informação.

Mostrando a experiência em avaliação do Centro de Pesquisa do Educational Testing Service (ETS), nos Estados Unidos (EUA), a pesquisadora sênior em Política Educacional, Catherine Millet, falou sobre os métodos de avaliação, avanços recentes e perspectivas. "É preciso fazer com que a mudança aconteça e essa troca de experiências nos permite realizar esse processo em conjunto. Estamos realizando uma conversação a nível mundial sobre aprendizagem sócio educacional, saber o que pensam sobre isso e em que podemos ajudar uns aos outros, essa é uma forma excelente de pensar em parcerias. É um momento bastante proveitoso", declara Catherine. Entre as experiências norte-americanas apresentadas estão projetos de inteligência emocional nas escolas, abrangendo diversas classes sociais, políticas de combate ao racismo, além de pesquisas educacionais e testes com estudantes, a exemplo de nivelamento em língua inglesa, entre outras ações.

Falando sobre os desafios das avaliações no Chile, o especialista da Secretaria Executiva da Agência de Qualidade, Manuel Moscoso, falou sobre o SIMCE, ferramenta similar ao Censo, aplicado nas escolas do país. “O SINCE trabalha para avaliar e orientar o sistema educacional para, assim, contribuir com a melhoria na qualidade da educação, mostrando resultados aos alunos, professores e pais, abrindo as portas para que as pessoas tenham mais acesso ao sistema educacional”. Em seguida, o diretor executivo do consócio Smarter Balanced (EUA), Anthony Scott Alpert, apresentou as experiências da empresa.

O secretário de Educação de Pernambuco e patrocinador do GT de Avaliação do Consed, Fred Amancio, apresentou as proposições do GT, discutidas em reuniões de trabalho com os demais membros. Entre os temas sugeridos estão a realização de um sistema colaborativo de avaliação entre os entes federativos, o uso das avaliações a fim de gerar mais conhecimento sobre os professores, a redução das prioridades das avaliações, o fortalecimento da integração dos sistemas de avaliação entre estados, municípios e Governo Federal, entre outros pontos. A presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP/MEC, Inês Fini, defendeu a implementação da Base Nacional Comum Curricular como o grande norteador para a definição dos componentes curriculares dos estados. Também contribuíram para a discussão a superintende da Fundação Itaú Social, Ângela Dannemann, e o economista chefe do Insituto Ayrton Senna e professor do Insper, Ricardo Paes de Barros.

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